30 setembro 2007

2007 Egito, Inglaterra e Polônia - Mais Londres e Cracóvia

26 a 28/09/2007 – Londres, Londres, Londres
Londres + pashmina, sol-noves-fora, frio, bem frio. E chuva, mas eu estou equipado! A grande questão é que fazer nos dias cinza-para-sempre londrinos? Museu na cabeça, diria eu. E assim, the much desired V&A, e National Gallery. Além de Hyde Park e seu lacrimoso monumento à Lady Dead, digo, Di, e o bagunçadinho (para os padrões ingleses) Covent Garden. Mais restaurantes e pubs em família.

28 a 30/09/2007 – Cracóvia
Avião tomado, com direito a menos um creme hidratante deixado para os do security check, destino rumado. A chegada calma já demonstrava a beleza da Cracovinha, chegada nossa. O aerorto parece um aeroporto familiar, de casa mesmo. Na cidade, clima (anunciadamente péssimo) oficialmente perfeito. A juventude ecoa. O hotel nos remarcou para outro a dois quaarteirõesm em função de refurbishment. Sem problema. Noitadas e Wawel na cidade simpatia da Europa. Conhecemos as duplas Carolina e Evelina e Anna e Anneeshka. Fomos a Birkenau e Auschwitz, com guia descendente de vitimas judias mas com sotaque, porte e roupas próprias da velha-guarda hitleriana. Um mimo. Enfim, um must-go do velho continente, sendo os poloneses o povo mais engraçado que eu já vi!

26 setembro 2007

2007 Egito, Inglaterra e Polônia - Londres

25/09/2007 – Londres
Depois de uma confusão básica no aeroporto do Cairo, Londres. Chegando, tudo normal, de volta à civilização de idioma inteligível. Encontrar o Marcelo foi muito bom – é sempre um lar, a família. Hoje dei voltas na cidade, sem destino, tomei chuva tradicional, pub e muito papo de atualização.

25 setembro 2007

2007 Egito, Inglaterra e Polônia - Eu fui: Egito

15/09/2007 – Cairo

Após uma verdadeira maratona pancontinental de vôos (BH-Guarulhos, Guarulhos-Paris, Paris-Cairo), o que totaliza 30h de transito, sendo 13 em aeroportos e 17 no ar, eu cheguei! Vou te contar que a Air France não é de todo mal. Exceto, é claro, o defeito de ser francesa. O mocinho que me buscou, hablando mucho, se chama Hamdi. Muito simpático, avisou que minha mala poderia ter desaparecido, dada a demora na esteira. Eu, budista, aguardei. Não falhou: vinda DIRETÍSSIMA dos Confins de Aecinho, tava lá me aguardando, e ao contrário da da Dani, inteira. O tal visto egípcio é uma piada – eles nem perguntam seu nome! E custa U$15 – mais em conta que os US$80 que a Embaixada espertinha no Brasil queria me cobrar. A cidade é bem grandinha, com seus 16 milhões de habitantes, e está em obras, o que já estou muito acostumado. O hotel é bom, rolou uma banheirinha antijetlag (atenção, não é antijihad, é antijetleg). O custinho da internet (não wireless) é tal qual da África do Sul, impeditivo. Assim, vou postar tudo em Londres, num ambiente mais poor-southamerican-friendly...


16/09/2007 – Cairo

Faz anos que não me erguia da cama antes de 07h00. Ocorreu nas férias, e dai? Café tomado às 06h30, conforme schedule de Mohammed. Já saímos - digo saímos pq nos compomos de uma turmete de 10 pessoas, sendo a família colombiana, un pareja de ecuador, os honeymoon cariocas e, no Hilton, um casal saído direto da novela de Manoel Carlos – bem, saímos todos para ver a Fortaleza (incluída a Mesquita de Alabastro), bem bonita, construída pelo Salah Al-Din e terminada pelo Mohammed Ali pra se preparar pra guerra contra os cruzados. Acredite, não fomos os primeiros a chegar. Después, Museu Egípcio do Cairo, num tour-flash histórico, muito ilustrativo. Uma pena o estado do museu, pq as peças são finas, viu? Seguindo, um dos tais “Institutos do Papiro”, na verdade uma lojinha combinada, pra te vender a papirada artesanal, como nos tempos antigos, pintada muito artesanalmente também. Eles tem uma tropinha de funcis que observam seu olhar: fixou por mais de 3 segundos, la vem! Econômico, e de bom gosto que sou, passei. Na seqüência, as ditas, Quéops, Quéfren e Miquerinos. Giga é pouco. Uma coisa assim, encarnações passadas. MAS, os camelos e seus camelódromos, e os pracistas locais, aff! Tem que ser muito blazé, alegar com afinco que não entende nada e desconhece qualquer idioma mundial; e nem assim eles largam o osso. Agora a esfinge é, literalmente, os bicho. Finalmente, almocemos uma comidinha D. Dora local, digerível. Ah, como na Europa, os egípcios não têm fábrica de Coca-Cola local. Bagatela de LE$15, ou seja mais de R$5. Ah claro, mais uma loja conveniada com o guia, com roupas de algodão e linho egípcios, algumas dignas, mas, como diz a personagem do Maneco, não dá pra comprar obrigado. Ah, pra constar, estamos no Ramadã, ou seja, muito jejum minha gente.


17/09/2007 – Luxor

Eu reclamei das 07h00? É pq no sabia das 02h00 do dia seguinte! E, que delícia, pra pegar vôozete na Egypt Air, minha nova cia patrocinadora de milhas. Aero caótico a la Brésil. Chegando, só no Jack Bauer: Vale dos Reis com três tumbas, Vale das Rainhas com Templo Mortuário de Hatschepsut, Templo de Karnak, Templo de Luxor. E lojinhas, claro. Retorno: navio, que surpreendetemente, agrada. Agora tô um caquinho só, mas amanhã, veja bem, é dia livre de piscina. Here comes!


18/09/2007 – Navio em Esna

Lembra do dia livre? Pois é, nem tããão livre assim. Ficamos na piscina sim, bem faraó. Precisa ver os vendedores verticais, que, pasmem, fazem ofertas de produtos para potenciais clientes dos navios flutuando em botinhos furrecas, lááá embaixo. Aí, eles simplesmente arremessam a mercadoria pro comprador e negociam: Madam! Señor! Signore! 5 euro! Uma piada única! Enfim, ficamos num congestionamento de barcos pra aguardar atravessar a eclusa de Esna. Mas nem tô ligando, o sol egípcio me reconhece das encarnações passadas e veio na medida certa pra dia de piscina. As limitações de movimento começaram a noite: uma tal festa típica (entenda-se: compre uma roupa no navio!), horário de jantar definidíssimo, festa com gincanas-dinâmicas, e um fotógrafo insuportável que quer determinar a hora, a pose e os participantes de cada fotografia. Cansei e vim dormir.


19/09/2007 – Edfu, Kom Ombo e Assuã

Dos templitos solo hoy: Edfu e Kom Ombo. Um a gente chega de charrete (a mais veloz do pedaço, dirigida pelo autodeclarado Fernando Alonso) e outro é na beirinha do Nilo, um charme (e um convite aos crocos). A tardinha passa tranks, e à noite fomos dar uma volta noturna em Assuã, que visitaremos amanhã. A Ângela, figura, tá em casa, e regateia até vencer. Minha nacionalidade é multiplamente informada pelos pracistas: buona sera, italiano! Amigo, españa! Portugal, José! American, American! E mantenho o olhar de passarela fashion week, para o alto e avante – só assim pra ter sossego.


20/09/2007 – Assuã

Muito bom hoje, hein! De manhã, soninho. Mas, represas (Antiga e Alta) de Assuã, depois de barco até o Templo de Philae, de Ísis. Charme ele estar numa ilha. O Obelisco Inacabado, numa pedreira antiga, é, vamos dizer, simbólico. Depois, mais vendinha, agora de essências. Por incrível que pareça, divertido: a Ângela deu um show a parte, mais uma vez driblando os vendedores e levando un regalo, com direito a coro da “Família” do Mostafa. De tarde, um passeio de faluca, barco típico, sem motor, agradável. E uma viaginha delícia pelo Nilo, numa espécie de lancha, até uma prainha, onde os que não tem medos das doenças aquáticas do antigo terceiro mundo, nadam. Na supreseqüência, camelos! Uma viagem no lombo vai-e-vem dessas criaturinhas marrentas. Chegando no destino, um povoado núbio, uma visita a uma casa típica. E retorno. Despedidas do casal honeymoon Eduardo e Rita, uma pena. E preparar pra Abu-Simbel.


21/09/2007 – Abu-Simbel

Despedidas gerais feitas, vôo pra Abu. Eu e meus compañeros mexicanos, Guillermo e Guadalupe. Ou Memo y Lupita. Uma esperinha básica, e chegada no barco. Mais fino, mas muito menos organizado. O programa da tarde, templos de Abu-Simbel. Nada parecido, tudo de mais lindo. Horas depois, show de luzes e sons, ali mesmo. Pasmei. Nem parece o mesmo povo meio relapso com as antiguidades. Um show muito bacana. Jantar, e sono.


22/09/2007 – Lago Násser

Dia calminho, de muita piscina, de muita espanholada. Templos de Amada e Dehr e Tumba de Benon. Nada excepcional, mas também respeitáveis. No entanto, é nítido o descaso com as atrações do sul do Egito, antiga Núbia – excetuando-se, é claro, o todo-poderoso Templo de Abu-Simbel. Todos foram reconstruídos após a criação da grande represa de Assuã. À noite, jantar “barbecue”, onde, além da ilustre presença de revoadas de mosquitos, contamos com o requinte da cuisine de ontem, servida com um certo churrasquinho de gato engana-europeu-bobo. Tá bom, meu bem.


23/09/2007 – Ainda Lago Násser

Mais visitas, cedo pela madruga, pra evitar o calor de rachar os melões doces egípcios. Três templos, nenhum espanto. Espantoso sim é o deserto ocidental. Noite, jantar “de gala”, a luz de velas, e, adivinhem, show núbio! Nem... Fui dormir.


24/09/2007 – Cairo

Cedo pro Cairo, e visita ao Bairro Copto, igrejas e sinagoga, Museu de Ihmotep e a pirâmide escalonada de Sakhara. Show de luzes em Gizé na noite. Muito inferior ao de Abu. Despedida dos compañeros e cama.

25 março 2007

2007 África do Sul - No Continente Original

18/03 a 23/03 - Cape Town

Uma coisa eu tenho que avisar, o precinho do pacote pra África do Sul é muito camarada! Até divide (escutou Rafael?)! A South African Airways ta ganhando disparado da concorrência: gentis, boa comida (dentro do possível), mais espaço pras pernas, rápidos. Agora, vale avisar: pega uma conexão Johhanesburg-Cape Town com uma folguita. Porque a fila da imigração não é brinquedo, e o megaloaeroporto é confusinho. O fato de que vc ter atravessar zil terminais, passando, inclusive, por dentro de estacionamento, não ajuda. Foi por pouco. A Dani, esbaforida, seguia meus rastros, pra não ficar perdida, I mean, lost. Mas tudo bem. Pq o aeroportinho de CT é pequeninho, parece de Porto Seguro. O taxista já indiciava uma característica local: informal, e muito coleguinha dos brazucas. Mas deixa eu falar uma coisa. Como diz o Léo, no hotel, tava procurando as câmeras escondidas. As vezes a recepcionista era a Ruth Ronci disfarçada. Pq é fino, viu? A nossa suíte, na verdade constava de duas, com direito a sacada, sala de estar e cozinha equipada. Lembram-se do preço? Pois é. Well, well, acomodação à parte, rumamos pro Waterfront, um Puerto Madero menos geométrico. Andiamo, descobrimos um sinal que é eternamente verde para os carros, e atravessamos mesmo assim. Foi um dia de solzito. Nos dias seguintes fomos à estonteante Table Mountain, em que um bondinho da minha Patrocinadora nos ajudou a subir. Fala muito sério. Lindo é pouco. Também andamos atrás de ovo de avestruz de bom gosto (1 pra 1.000.000), e Waterfront, again, no Two-Oceans Aquarium. As praias lindinhas demais, porém congeladinhas demais também. Deu muita Regina Duarte na falsa Ipanema, inclusive, de roupas íntimas... No dia seguinte fomos num passeio de um dia com um guia português, ora pois, e um casal de lua-de-mel carioca. Jardim botânico, mais green markets, colônia de pingüins, estrada panorâmica, e o mais bacana, o Cabo da Boa Esperança, onde avistamos, de longinho, zebras, e de pertinho, parentes de gnus, avestruzes, e muitos macacos, inclusive O Pensador. A estradeca de pedestre é tudo, mas a Indiana Jones da dupla, Mrs. Rodrigues, é muita ousada e quer fotos de Regina à beira dos penhascos ventosos. Eu tiro, mas seguro a mão. Então, depois de uma baladinha noturna, com direito a participação especial de Sylar, fomos tb ao South African Museum, bom tb. E voltamos. Sinto falta das sessões psicológicas noturnas, do café tudo de bom, do jeitinho sul-africano.

21 fevereiro 2007

2007 Bueno Aires - Mi Buenos Aires Querida

17/02 a 21/02 - Buenos Aires
Ah mi Buenos querida... Vôos tão atrasadinhos te deixam mais longe, né filha? Mas ok. Puerto Madero de primeira, nublado como as previsões. A minha tropa reclamou do frio. Mas eu avisei que era só o primeiro dia. Vamos comer, minha gente. E muito, por muito pouco. Os argentinos têm muita fome, além de cabelo. Dá-lhe prataiada italiana, argentina, mexicana, cafés, sorvetes ultra-bons... Vale a ginástica futura, hein! Pegamos muito táxi, também. Já tava até sabendo evitar as avenidas nas horas de pico: “Calle Paraguay, por favor! Pero, sigue la Córdoba, ahn?”. E os bairrinhos charminhos? Palermo(s), Recoleta, La Boca (meia boca, na minha opinião), San Telmo, San Isidro... Ah, vale! La noche es buena tambien! Hombres, acá, mujeres alli. Teve bom. E tango! E tchuru-tchuru-tchutchuru-tchuru-tchururu-tchuru-tchurututu! E boleadeiras! E novio de Alessandra! E não chore Argentina, não por mim! Então, tem o Tigre – fomos com a Marilia, prima da Ingrid, pra casa da tia dela num condo próximo. Delícia de almoço, seguimos pra cidade-feira-Hippie, e tomamos um barco, que graciosamente nos apresentou “do la-do de-re-cho te-ne-mos u-na ca-sa... Do la-do iz-quier-do te-ne-mos o-tra ca-sa...” Ah, o metrô a la Paris, que nos obrigamos a tomar, pq era mais caro que táxi! Bueno bueno. E também, o túmulo da Elvira, digo, Evita. O parque e o zôo da cidade são gracinhas demais. Não se esqueça das muitas compras de Rafael, o consumidor do momento. Mais uns sorvetinhos, e casa, quer dizer, aeroportos...
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