25 março 2007

No Continente Original: África do Sul

18/03 a 23/03 - Cape Town

Uma coisa eu tenho que avisar, o precinho do pacote pra África do Sul é muito camarada! Até divide (escutou Rafael?)! A South African Airways ta ganhando disparado da concorrência: gentis, boa comida (dentro do possível), mais espaço pras pernas, rápidos. Agora, vale avisar: pega uma conexão Johhanesburg-Cape Town com uma folguita. Porque a fila da imigração não é brinquedo, e o megaloaeroporto é confusinho. O fato de que vc ter atravessar zil terminais, passando, inclusive, por dentro de estacionamento, não ajuda. Foi por pouco. A Dani, esbaforida, seguia meus rastros, pra não ficar perdida, I mean, lost. Mas tudo bem. Pq o aeroportinho de CT é pequeninho, parece de Porto Seguro. O taxista já indiciava uma característica local: informal, e muito coleguinha dos brazucas. Mas deixa eu falar uma coisa. Como diz o Léo, no hotel, tava procurando as câmeras escondidas. As vezes a recepcionista era a Ruth Ronci disfarçada. Pq é fino, viu? A nossa suíte, na verdade constava de duas, com direito a sacada, sala de estar e cozinha equipada. Lembram-se do preço? Pois é. Well, well, acomodação à parte, rumamos pro Waterfront, um Puerto Madero menos geométrico. Andiamo, descobrimos um sinal que é eternamente verde para os carros, e atravessamos mesmo assim. Foi um dia de solzito. Nos dias seguintes fomos à estonteante Table Mountain, em que um bondinho da minha Patrocinadora nos ajudou a subir. Fala muito sério. Lindo é pouco. Também andamos atrás de ovo de avestruz de bom gosto (1 pra 1.000.000), e Waterfront, again, no Two-Oceans Aquarium. As praias lindinhas demais, porém congeladinhas demais também. Deu muita Regina Duarte na falsa Ipanema, inclusive, de roupas íntimas... No dia seguinte fomos num passeio de um dia com um guia português, ora pois, e um casal de lua-de-mel carioca. Jardim botânico, mais green markets, colônia de pingüins, estrada panorâmica, e o mais bacana, o Cabo da Boa Esperança, onde avistamos, de longinho, zebras, e de pertinho, parentes de gnus, avestruzes, e muitos macacos, inclusive O Pensador. A estradeca de pedestre é tudo, mas a Indiana Jones da dupla, Mrs. Rodrigues, é muita ousada e quer fotos de Regina à beira dos penhascos ventosos. Eu tiro, mas seguro a mão. Então, depois de uma baladinha noturna, com direito a participação especial de Sylar, fomos tb ao South African Museum, bom tb. E voltamos. Sinto falta das sessões psicológicas noturnas, do café tudo de bom, do jeitinho sul-africano.
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