30 novembro 2010

2010 Chile - Santiago

Já não satisfeito com Buenos na seqüência da Europa, inventamos Santiago pra aproveitar o feriado dos evangélicos, exclusivo de Brasília. Novamente, vôo da 05h05 pra mim e pro Luciano. Desta vez, o avião até o Chile, conexão Guarulhos, era grandão. A surpresa do vôo foi avistar a linda cordilheira. Na chegada, imigração razoável. Para o câmbio, saque no ATM local, limitado a 2.000 pesos, uma mixaria. Enfim. Caímos no golpe do "receptivo" do aeroporto, que nos encaminha ao "transfer" - também conhecido por um cara que pega um táxi pra gente na hora. Isso eu podia fazer! Ok então. Na cidade, rapidinho chegamos ao hotel, na principal avenida, a genérica Alameda, que muda de nome ao longo dos bairros. Roxos de fome, num sábado à tarde, comemos no Burger King à mão. Fomos rodar pelo centro, Plaza de Armas, Mercado Central, etc. Descobrimos a Bienal de Design de Santiago, muito bacana - começava naquele dia! De volta, uma descansadinha básica, para um jantar, reservado previamente, no Zully, muito fino e gostoso. Na saída, zanzamos pelo Bairro Brasil na madruga, e tentamos ir ao Boulevard Lavaud, mas não entramos porque já tínhamos jantado e tava com uma cara de rest muito mais que de bar.

Dia seguinte, andamos até Bellavista , para o cerro San Cristóbal. Lindo o parque, cheio (mas bem cheio) de gente correndo, e andando de bicicleta. Subimos de funicular até a virgem de Guadalupe, ops, Inmaculada Concepción. Depois, animados, descemos a pé, em espiral, até a saída do bairro Providencia. De lá, depois dum giro rápido, esbodegados de cansaço, tomamos o metrô até Los Condes, caminhando numa avenida à la Eixo Monumental até o shopping Parque Arauco, bem cara de brasileiro, estruturado e lotado! A praça de alimentação, interna/externa é uma delícia e comemos no Tanta, um peruano informal e delicioso. Depois de voltar e descansar no hotel, mais uma vez reservamos e fomos jantar no Nolita, também em Providencia. Uma delícia, apesar de vazio (domingo à noite?) e muito bom atendimento. Como era cedo, voltamos a pé para casa; só te digo uma coisa: 7,5 km em sapato me deixou com marcas por 1 mês! Ao longo do trajeto noturno, seguro, éramos acompanhados pelos famosos cães abandonados de Santiago - o que, a propósito, achei um absurdo! O Chile não tem regulamentação de proteção aos animais e tem uma imensa população de cães de rua. Dá dó. Achei discrepante deste povo que é tão civilizado.

Segunda foi de rolé pelo centro, centro cultural debaixo do La Moneda, Bellavista, de novo, e o bairro Paris-Londres, que não tem nada! Fomos almoçar no shopping Patio Bellavista, num rest razoável. Foi um dia tranks, caminhando bastante. À noite jantamos no famoso Como Água para Chocolate, bem gostoso, com entradas ENORMES - maior golpe à la EUA. Saímos de lá rolando até o hotel.

Terça fizemos check-out etc etc. Aeroporto bem organizado, supertranks. Vôos lotados, muito estrangeiro fazendo conexão internacional no Brasil. Mais um feriadão bem aproveitado!

16 novembro 2010

2010 Argentina - Buenos Aires com a turma

Nem bem chegamos da Europa, já embarcamos pra BsAs um mês depois. Aquele vôo delícia de BSB a Guarulhos, às 05h05. Dormimos por uma hora de sexta pra sábado, mas tá valendo. Em SP, encontramos, já na sala de embarque, a dupla de estreantes em viagens internacionais: mamãe e tia Sandra. Animadíssimas. O vôo TAM transcorreu na normalidade. Já em Ezeiza, uma demora infinita pros ônibusinhos de pista buscarem as duas colegas retardatárias - resultado: demoramos umas 2h a mais do que o previsto entre imigração e câmbio (não despachamos malas!). O transfer que nos aguardava já estava impaciente, mas whatever, tô pagando... O apto, da minha senhoria, Srta. Blanca, era bem localizado no Palermo, quase no Soho. Todo confortável, com grande área para os pagodeiros fazerem churrasco e tudo. Chegamos e fomos almoçar naquele restaurante da esquina, casual mas bem gostoso. Seria a primeira das várias vezes que íriamos ali :)  Alegando reconhecimento de terreno local, sugeri uma volta pelo bairro, despretensiosa. Todos de acordo. O fato é que a mesma acabou se tornando uma jornada até o norte de BsAs, passando pelos muitos parques da cidade, pela famosa flor-que-abre-e-fecha e culminando em Puerto Madero. Claro que me acabei (como diria o Rafael...) no sorvete de doce de leite da Freddo. Era uma lambança só, como me é peculiar. Na volta, subindo ao centro para tomar o metrô (porque todos já estavam com as pernas doces), passamos por uma corrida promovida pela Nike; era um mar de blusas amarelas neon nas ruas. Nem todos estavam preparados: teve até enfarte. Em casa demos uma descansada básica e saímos à noite pra jantar pelo bairro, parando no La Pharmacie, com suas empanadas deliciosas!

Dia seguinte, a programação, não muito cedo, envolveu tomar um café da manhã nos arredores e caminhar até o parque e o zoológico, onde mamãe se encantou com o urso polar. Na seqüencia, rumamos para o apto da 2ª leva a chegar, Aldair, Laura, Renata e amigas. Já era tempo de estarem por lá. No entanto, insistimos na campainha e nada. Já desistindo, de súbito aporta um táxi. Desce Aldair, e seguem Ananda e Rafael Motta para o apto respectivo. Já já reencontraríamos. Perguntando pelas meninas, Aldair me informa que já haviam saído do aero antes dele. E nada. De novo, de súbito, a porta do edifício abre e sai uma Renata lépida e descontraída, muito da aclimatada, despedindo-se de sua senhoria, uma garoto da mesma idade. Já xingando, levantei, ironicamente, a alternativa de que ela não teria escutado o interfone dada a sua bem conhecida (e divulgada) "surdez de um ouvido". Garotas instaladas, Aldair bendito o fruto, seguimos todos para o apê de número 3, como as filhas do Sílvio, onde estavam o Motta e Ananda. Uma caminhada de 20 minutos. Lá, desce o casal e vamos almoçar, num clima de muita confusão e camaradagem, no restaurante, adivinhem, da esquina do NOSSO apto. Aquele mesmo! Todos acharam graça quando o garçon demonstrou familiaridade conosco... Ali, numa ampla mesa na calçada, estávamos super em casa, comendo e bebendo bem. Passou cerca de uma hora, consultei o relógio. Pelo andar da carruagem e da morosidade do aeroporto, especulei que Isabel, Augusto e o bebê Estêvão pudessem estar chegando no apto 3. Fui lá conferir, rapidinho. Na porta do apto, nada. Dei uma conferida para garantir que não haveria um novo táxi súbito com os viajantes - nada também. Eis que no outro lado da rua, o casal meio perdido, carrinho de bebê e malas. Eita! Tinham desembarcado por coincidência naquela hora, e nos arredores, pois não haviam anotado o número exato do prédio. Ufa! Augusto sobe e guarda a bagagem, para depois nos juntarmos aos demais! Sucesso. Após o feliz almoço, sorvete da vizinhança, o Munchi's, bem na outra esquina de casa. Delícia novamente. À noite, tango intimista no Bar Sur, lá em San Telmo, via táxi. Muito bonito, incluindo os dançarinos de ocasião, Rejane, Augusto, Isabel, Aldair, Ananda etc e a campeã de público, Laura. E o cantor Luciano hahaha. Na volta, já tarde, umas empanadas num bar meio fecha não fecha.

Segunda foi dia de rodar pelo centro, só nossa turma do apê de número 1, tomando café, passeio pelo Palermo Soho, pegando metrô, e comprando mooooito pela Florida e arredores, alfajores, bolsas, sapatos... Almoçamos na Galleria Pacífico, razoável. Voltamos pra descansar em casa, e depois de passar no apê de número 3 dos casais, comendo pizza e paparicando o Estêvão, esperamos os atrasados do apto 02. Táxis a posto, já tarde, rumamos, só as turmas 1 e 2, ao Palermo Soho, para encontrarmos o restaurante indicado pelo Aldair fechando, claro. Restou um outro, ótimo também... Todos satisfeitos, fomos pra casa.

Último dia foi só para tomar café e aeroporto (ficaram os grupos dos demais apês, para uma semana de muita parrilha e doce de leite). Muito free shop, estresse na lanchonete cara e de péssimo atendimento da sala de embarque; vôo regular. Em SP, despedimos e o grupo se desfez, Luciano e Breno a BSB e Rejane e Sandra a BH. Até que foi tudo bem no vôo de volta e estava em casa umas 23h30... Um bom resultado para o feriado!
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