14 setembro 2014

Naxos (mais Lisboa)

14/09

Transfer cedo até o porto (New Port), troquei os tickets e esperamos o (atrasado) barco. Nem vimos passar (ainda fez parada em Paros) e chegamos. 

Táxi até nosso hotel. Dessa vez ficaríamos longe do centro, direto na praia de Plaka. O quarto rapidamente ficou pronto. O hotel era muito bom, todo bonitinho e reformado (ou novo), supermercado próprio, uma piscina extraordinária, serviço bom, preço inacreditável. Muito satisfeito! Si goi descansar. Eu fui à praia, de areia e grande extensão. Caminhei bastante, cochilei, tomei sol à vontade ;) Depois fui para a piscina, lanchamos, hidromassagem, cochilo, jantar no rest do hotel (comidinha simples e boa!) e filme dramático com a J. Lopez hahaha.

15/09

Café no hotel, bem bom. Depois caminhei até o fim de Plaka, na praia de Maragas, divisa com Agia Anna. Mais sol bare skin. Voltei, piscina, lanche, e retornei com a Simone à praia, pro pôr do sol. Foi excelente! Depois da lan house, nos arrumamos e comemos no Taberna Aronis, vizinho. A dona era muuuuito simpática e nos ajudou com o cardápio. Era muita comida, sim, mas caseira e bastante gostosa! 

16/09

Último dia de Naxos, último dia de sol. Aproveitei ao máximo praia/piscina, check out, banho no gym (ótimo por sinal) e táxi pro porto. Tudo beleza, trocamos tickets, esperamos o navio, big, e nos acomodamos. Assisti muuuita série (5 h de viagem, mas ótima infra). 

Atenas

Tomamos o metrô, foi tranks e subimos nossa rua de pedestre de sempre. Agora é banho e cama!

17/09

Lisboa

Adeus, Grécia! Rápida volta matutina, comprinhas finais. Arrumação final de mala (vai direto ao Brasil) e bus pro aero. Vôo, Roma, gelaaaaaato, vôo, Lisboa! Táxi até o hotel, saída para jantar, no Petiscos no Bairro, meio pega-turista mas superbonitinho. Uma voltinha e cama! 

18/09

Metrô cedão, aeroporto lotado e lentíssimo como sempre. Vôo ok, free shop em Brasília uó. Bye!

10 setembro 2014

Mykonos

10/09

Madrugamos, tomamos o bus conexão e pegamos o primeiro vôo do dia para Mykonos. Estava até vazio. 

Rapidinho estávamos lá e tínhamos o transfer do hotel esperando. Alugamos um apto mas o mesmo está "conveniado" com um excelente hotel, o Mykonos Bay. Fonos levados até, esperamos um pouco a recepção e o quarto. Subimos (big morro) e os meninos ficaram dormindo. Eu, rato de sol, fui à espetacular piscina do hotel. Alternava mar e pool (tem coisa melhor?). Bem depois os meninos apareceram. Passamos o dia ali. Depois fomos ao centro fazer umas comprinhas para café da manhã, mercadinho e padaria do croissant mara (tnx Gustavo!). Mais tarde, arrumados, saímos para jantar. Ruinhas cheias, cidade bem bonita. Jantamos no Nikos Taverna, tradicionalíssimo e cheio. A crise grega não está no consumo mas no desemprego: era notória a necessidade de mais garçons. Isso se repetiu por toda a Grécia. Muito bom jantar, uma berinjela recheada especialíssima. Depois, rodamos e paramos no Lola, um bar fancy, com um garçom simpático e drinks de preço salgado, não necessariamente na mesma ordem. Depois, Rafa ficou, Si se foi e eu ainda tomei mais um drink abusivo no Jackie O., que seria nosso (e o dr todas!) fim de noite rotineiro...

11/09

Acordamos no fim da manhã, e fomos ao centro (fabrika) tomar o bus até a praia de Platys Gialos. Rapidinho, praia familiar, farofenta, mas bonita, claro. Depois de algumas horas, uma confusão: tratores que precisam passar pela praia lotada e com uma minifaixa de areia. Muito inusitado. Finalmente, fomos convidados a nos retirar pois a praia seria interditada: era um problema emergencial na rede de esgoto e a praia poderia ficar (e ficou) prejudicada. Fazer o que. Levantamos acampamento de nossas sunbeds e seguimos pela praia, direção sul. Passamos por uma prainha, depois Agia Anna, vistas espetaculares e, por fim, chegamos a Paraga, onde ficamos no canto dos sem cadeira (não íamos pagar fe novo, né?). Tinha a sombrinha da vegetação para os meninos, alguma nudez e meu sol ;) Ficamos lá até o finzinho da tarde. Voltamos de ônibus, meninos ficaram no centro e eu fiquei um pouco em Megali Ammos, a praia do nosso hotel co-irmão, assistindo o pôr-do-sol (me julguem). Subi, fiz meu set de exercícios (já não era sem tempo). Compramos bebidas e ficamos altinhos já em casa. À noite, jantamos no Mamalouka, um rest com cara bonitinha - mas muuuuito ordinário. Serviço ruim, comida média, caro - pretensioso sem entrega (Brasília, é você?). Hashtague chateados buscamos novo bar, o Porta. Agradável, ficamos um pouco. Eu e Rafa fomos então ao Jackie. Lá, fui ao banheiro e me perdi dele em 2 minutos! Sentei numa mutetinha clássica e fiquei por lá, conversando com terceiros que vinham, sentavam, falavam um pouco e iam; eu estava na Praça É Nossa? Foi divertida a noite!

12/09

Um pouco mais tarde de novo, pegamos a van para Super Paradise, uma praia com esse club/beach club muito bem eatruturada. Internet, serviço bom, restaurante self service com preços normais e boas saladas. Adorei. Fizemos amizade por lá e ficamos por lá até o fim do dia. A música (e as go go girls) começa às as 16h. Mas sem exageros. Voltamos e lanchei na padaria. Exercícios, banho, lan house (no quintal porque a internet não pegava no quarto) e rua! Jantamos no Pasta Fresca Barkia, que Rafa queria desde que viu o cozinheiro preparando, no meio da viela, a massa fresca da casa. Achei bom. Depois toda uma dinâmica logística envolvendo chaves, hotel e malinha de praia ;) Mas deu tudo certo.

13/09

Adivinhem? Bus! A praia agora era Elia, ligeiramente mais distante. Chegando lá, como já havíamos sido avisados, uma mega-über infraestrutura numa linha supershow para um casamento russo que ocorreria, supostamente, mais tarde. Pegamos o rumo do fim da praia, quase nas pedras. Preços ligeiramente maiores, serviço menos amigável, bichas mais afetadas. Mas ok. Praia muito bonita mesmo. Depois de sol e nudismo, bus de volta, lotado. Praticamente uma boate sem música hahahaha. Banhos, gym, lan, drinks home made e rua. Repetimos o Nikos, preferido. Jackie ainda vazio. Depois Lola, onde encontramos um casal de canadenses muito amistoso, que nos acompanhou, depois de nova rodada de bebidas, ao J. Reencontros etc e assim foi a noite myconiana (mitocondriana?).

07 setembro 2014

Atenas

07/09 A caminho de Atenas
Check out, café, barco de volta a Split. Mais uma vez, deixamos as malas, comemos no mercado, internet e solzinho na Riva. Depois, uma pizza casual como almoço e tomamos o ônibus para o aeroporto. Tudo tranquilo, check in etc e um pequeno atraso. Conexão em Roma, um pouco longa. Jantar em Fiumicino, superdelícia. Finalmente, vôo a Atenas, nem vi passar. Tomamos um bus de conexão ao centro, chegando de madrugada no hotel (era bem perto). Sono!

08/09 Atenas
Bom dia, Grécia! Sem muita pressa, levantamos e tomamos café na esquina. Fomos à vizinha praça Syntangma, onde está a sede do governo. Chegamos junto com a troca da guarda, sempre um evento, sempre estranho, sempre tedioso. Seguimos pelo parque nacional, parando para fotos em um espaço oficial de eventos etc. Seguimos para o estádio antigo, bem legal, "sede" das Olimpíadas. Depois, caminhamos até o templo de Zeus, bem imponente. Tomamos um bonde até o Museu Arqueológico, muitíssimo bem preparado e interessante. Voltamos a pé, parando na padaria Paul (sdds Dubai!) para uma quiche lorraine e um macaron. Hmmm! No hotel, uma descansadinha até a chegada do Rafa. Aclimatados, Rafa foi ao estádio só, Si descansando e eu saí para umas compras na superbusy Ermou, rua de pedestres e shopping. Superbarbadas! Reunidos, saímos para jantar na região de Thyssio, animadíssima como eu nunca havia visto para uma segunda - mais movimentada que um sábado a noite em Paris. Como o rest recomendado estava lotado, comemos num rest meio turístico mas honesto e gostoso. Retornamos pela mesma rua, parando no Da Vinci, que o Rafa já havia "filmado": sorvetes fantásticos! Enfim, casa.

09/09 

Café tomado, partimos para a Acrópole. Contornamos e subimos pela lateral, mas entramos pelo majestoso caminho principal. Realmente magnífica, imponente em sua posição elevada. Estava sofrendo grandes reformas, o que prejudica as fotos mas é um mal necessário. Descemos, uma parada numa pedra-com-vista-panorâmica, e caminhada até o Museu da Acrópole, com os achados arqueológicos. Bastante bonito também. Em seguida, pela rua Ermou até a Agora, ruínas do centro antigo de Atenas. O templo de Hefesto é superbem conservado. Finalmente, um almoço tardio no Kuzina, aquele que estava lotado ontem. Teve bem bom! Subimos pra casa, fiz mais umas comprinhas (com tour em busca de um brogue ;) e nos arrumamos para jantar, mais tarde. Com uma referência de restaurante, caminhamos bastante até Keramikos, um bairro bem menos turístico (lembra Beyoglu em Istambul). Encontramos o rest, Athiri, que tinha todas mesas do térreo ocupadas ou reservadas (e as reservas aqui são mantidas até bem tarde). Fomos para o segundo andar, só a gente - terapia do isolamento. Mas valeu a pena, muito boa a comida! Retornamos e cochilamos porque o vôo era muito cedo.

04 setembro 2014

Hvar

04/09

Pela manhã, deixamos Split de barco e cruzamos para Hvar. O clima lá era ainda melhor. Mesma configuração de cidade antiga emoldurada por uma baía/porto, em sépia. Bonita. Subimos (mesmo) para nosso apto. A dona, meio louquinha, não sabia bem inglês, mas deu tudo certo. Descemos, beliscamos, passeamos. Pegamos um táxi-barco até Jerolin, uma ilhota vizinha. Lá, apesar de meio nublado, bem gostoso. Cochilamos ao meio-sol e retornamos. Subimos à fortaleza Tvrdava e compramos lavandas. Depois de arrumados, descemos para jantar, bem na praça central, no turístico mas indicado, o Mizarola. A hostess era brasileirófana e ficou conversando com a gente. Foi bem gostoso. Depois, encontramos com a Celinha e sua turma e passeamos pela cidade até começar uma chuvinha, que nos dispersou...

05/09

Depois do café, tomamos um barco-táxi até Marinkovac, outra ilhota vizinha. Mas, chegando lá, desabou um temporal. Ficamos, de verdade, ilhados. Até ensaiamos adentrar a ilha, que abrigava um beach club a la Jurere, o famoso Carpe Diem, mas não rolou. Esperamos abrandar e retornamos a Hvar. Com a chuva, almoçamos num rest beira-cais. Até bom! Encontramos as meninas, papeamos e fomos para o outro lado da cidade. O sol saiu, e, seguindo os hábitos locais, baixamos nas primeiras rochas da beira da calçada e tomamos sol. Fui mergulhar na água transparente mas sofri um pequeno acidente e bati com o rosto na rocha.. Nada demais ;) Passamos, depois na farmácia e supermercado. Depois de prontos, tomamos uns drinks com as meninas e uma dupla de escoceses que conheci, no Noche Azul. Mais voltinhas, doce no Nonica (e selfie coletiva), depois jantar tardio num rest de burguers na praça, beeem ruim. Aí é cama!

06/09

Combinamos com as meninas um passeio de dia inteiro em Bol, na ilha de Brac. Primeiro, um táxi nos levou até Jelsa, uma cidadezinha no outro lado da ilha de Hvar. De lá, depois de cafés, lanches e sucos, tomamos um barco até Brac. Estava ensolarado e o caminho era muito bonito. Chegando no porto, mais um táxi-barco até a praia efetivamente. Bastante bonita, de "areia" (minipedras), formando um pontal no mar. Bem busy, com restaurantes etc. Depois de um tempinho, mudamos de lugar, do outro lado da praia, ligeiramente mais "natural", mais a cara da Croácia, com rochas e verde. Muitas crianças, algum nudismo, solaço, água transparente. Toplesses na areia, sungas dispensadas, e comecei meu processo de bronzeamento de longo prazo ;) No fim do dia, voltamos andando por um boulevard elevado, com muitos photo points maravilhosos. Mercadinho, e fizemos o trajeto de volta. No barco, chuva de verão e... Golfinhos!!! Chegando em casa, descansamos e nos preparamos para deixar a Croácia. Jantamos no Alviz, tradicional e amigável, recomendado. Comida excelente, staff super gentil e atmosfera light. Sorvete pra acabar. Dei uma última volta noturna e dormimos.

01 setembro 2014

Split

02/09

Chegamos supercedo e tomamos café no porto/rodo/ferroviária. Guardamos as malas num guardadror (tem muuuitos) e fomos passear. Estava um dia mais claro embora nublado. Foi bacana ver as ruas dentro das ruínas do palácio de Dioclesiano logo pela manhã - lembrei de Petra vazia quando é cedo... Tomamos café no mercadinho, uvas... Depois ficamos sentados à beira d'água, na Riva, uma esplanada bem bonita. Tinha internet e sol! Quando deu a hora, fomos buscar as malas, e subimos, literalmente, para o apartamento. Não estava pronto ainda (mas já sabíamos de antemão). Mas a dona, Leia, foi muito solícita e nos explicou tudo. Trocamos de roupa, e fomos à prainha Bacvice, perto de casa. Cochilei lá, claro, mas estava muito nublado e mais tarde começou a chover. Voltamos, nos arrumamos e saímos para passear pela cidade iluminada, e cheia. Jantamos no delicioso Figa. Depois fomos pra casa. Saí só para o bar Guetto, cheio, drinks a bons preços...

03/09

Tomamos café e fizemia um passeio de barco de dia todo. Primeiro, fomos às Blue Lagoons. Pulei na água, que era bem clara, mas estava bem nublado. Apesar de muito fria, foi bacana. Depois, navegamos até a ilha de Solta, apelidada por nós de ilha de Caras. Almoçanos no barco (Simone devorou o peixe!) e passeamos pela marina. Na beiradinha, uma miniminiminipraia. Ficamos ali e para nossa felicidade, o sol apareceu. Foi bem bom, aproveitamos. Depois de voltarmos, visitamos os porões ruínas do palácio. Banhamos e fomos jantar no Uje Bar, pretensioso. Apesar do ambiente bonito mas meio enjoado, pedimos toneladas de comida, inadvertidamente, e estava ótima. Na volta, passamos em frente a uma galeria-bar, e a música estava ótima, super lounge. Aliás, diferente do resto da Croácia, que está parada nos anos 80 e coneço dos 90, além dos "sertanejos" em croata. Tomamos uns drinks, fizemos umas comprinhas de souvenirs e fomos para casa.

31 agosto 2014

Zagreb

31/08

Depois de encontrar a Celinha, Cris e Irlene no vôo da TAP, desci em Lisboa para meu date tradicional com a Simone - naturalmente, tudo ok! Lanchamos, tomamos o vôo a Frankfurt. Lá, almoçamos bem razoavelmente e tomamos mais um vôo a Zagreb. No aeroporto, tudo tranquilo e o transfer já nos esperava.

O apartamento que alugamos era lindinho e superbem-localizado. O casal que nos recepcionou também era muito agradável e informativo.

Subimos para a cidade para passear e comer. Zagreb é uma mistura mais calma de Viena e Praga. Muuuuitas padarias. Passamos pela praça central e subimos à Ul. Ivana Tkalcica, rua de pedestres, cheia de bares e restaurantes. Decidimos ir ao Agava Trattoria, rest recomendado. Chegamos na hora certa: em menos de cinco minutos lotou. Muito gostosa a comida, com pratos clássicos com toque contenporâneo (:P). Depois descemos para o apto... Saí para uma volta noturna, visitei o cinema ao ar livre e fui pego pela chuva torrencial! Voltei encharcado!

01/09

Tomamos nosso café na rua, e fizemos um recogido pela cidade: dolac (mercado), onde compramos ameixas baratíssimas: 40 kunas o kg!); depois, subimos para a parte antiga e fomos à catedral. Passamos pela praça "cívica", com as sedes dos poderes, depois à torre Kula Lotrscak, onde, por coincidência, soou, 12:00, o canhão diário, que comemora a "emancipação" da Croácia nos tempos da dominação húngara. Depois descemos de volta, passamos à frente dos museus (mas decidimos não entrar) e passeanos pelo centro. Comprei umas roupas que precisava, um chá pra tomar ao longo dos dias de férias e retornamos ao nosso apartamento mara. Cochilamos e fomos jantar no Leonardo, popular mas bem razoável (tentamos o Trilogja, mas lotado!). Depois, um bolinho do The Cookie Factorie, gordices que não parariam por aí na viagem... Tomamos um táxi para a rodoviária, onde pegamos um bus noturno para Split.

11 maio 2014

Notas sobre o Japão



  • Se você não é japonês, a partir do momento que pisa em solo nipônico seu nome passa a ser “O(A)(s) Bárbaro(a)(s)”. É automático.
  • A gentileza do povo com os turistas é muito impressionante. Taxistas que não se assustam com malas enormes (me sentia o próprio australopiteco carregando um mamute); recepcionistas de hotel que fazem reservas, cancelam reservas, fazem reservas de novo e ainda te colocam tudo por escrito, à mão; velhinhas que correm ao nos avistar caminhando pelo parque, pedindo que esperássemos um instante (e nós achando que ela queria nos aplicar um golpe - que visitgodos!) apenas para retornar segundos depois, arfante, com mapas em inglês, gratuitos, claro, porque ela “só estava com versões em japonês”; abordadores em geral que perguntam se precisamos de ajuda com a direção; guias voluntários que falam palavras em português e que nos parabenizam pelos nossos conhecimentos da cultura japonesa (pífios, diga-se de passagem)… É de ficar encantado.
  • Nem um pio no metrô, por favor.
  • Os japoneses são muito respeitadores dos ambientes públicos e da privacidade alheia. Mas em recintos fechados apropriados (restaurantes, bares etc.) a farra é grande!
  • Os trens não têm espaço para malas (na concepção brasileira, médias - na japonesa, mamutes), excetuando o Narita Express, claro.
  • 01 sdd: o gira-gira dos assentos nos trens-bala.
  • Sabe a francomania? Ela já foi popular por todo lado: EUA, Londres, Rio, São Petersburgo… Definitivamente, Tóquio é uma fã de Paris. Todas as filiais de todas as supermarcas, maisons e restaurantes estão lá. Só que em ienes e com polidez.
  • Amo/sou o coro de “irasshamaisssssssse” (bem-vindo) e “arigatou gozaimaaassssssss(u)” (muito obrigado) nas lojas!
  • Sabe o gesto xuxesco de marquei um x? Significa “não" na língua mímica do japonês internacional.
  • Banho público (onsen): 1) Quimono (no frio), yukata (no verão) e roupa de baixo, toalha grande e toalhinha; 2) Desvista-se na antessala. Deixe tudo no armárinho aberto. Tudo, menos a minitoalhinha, que você posiciona sorrateira e casualmente na altura das partes pudendas; 3) Entre na sala de banho com a toalhinha casual, de forma imperiosa e confiante, mas sem presunção; 4) Cumprimente com um bom konichiwa ou konbanwa, rápido e seco; 5) De cócoras, em frente a uma das duchinhas circundantes da banheira, enxágue-se e ao banquinho ao seu lado; 6) Sente no banquinho e, usando a perfumaria disponível (Shiseido, claro), lave os cabelos e use a toalhinha (lembra dela?) como uma esponja; 7) Esfregue sem fim, até estar mais branco que o Michael-they-d’ont-care-about-us; 8) Tire todo o sabão, seu e da toalhinha; 9) Entre na banheira, sem fazer confusão. É quentíssima, movimente-se menos e será melhor. A toalhinha vai na testa ou na borda da banheira, nunca mergulhada; 10) Uns 15 minutos serão suficientes pra maioria; 11) Saia e enxágue-se mais uma vez. Seque-se na antessala e vista a yukata/quimono. 12) Fim.
  • As estações são levadas muuuito a sério. Inclusive pra comida: era tempo do chá verde, que dominava doces, sorvetes, picolés, Kit Kats e, ahn, chás.
  • Engana-se se pensa que só se come a dita comida japonesa como conhecemos aqui no Brasil; a culinária é muito mais variada do que eu supus. Um país relativamente pequeno mas com um range gastronômico muito maior que países com reputação nesse quesito. É facílimo comer maravilhosamente bem em Tóquio e razoavelmente fácil comer muito bem no resto do Japão.
  • A refeição típica japonesa é indistinta da hora em que é servida - café, almoço ou jantar: muito arroz, peixe, misso, ervas, algas, tofu, chá verde.
  • As padarias francesas japonesas são hit.
  • Cuidado com a batata-doce secreta em pães, bolinhos e afins!
  • Hambúrguer + avocado (abacate, em inglês), uma combinação muito anunciada mas nunca praticada.
  • Graças à mão inglesa, a Ciça emplacou o 1º hit: “To the left, to the left… Eu fiquei com o Top 2: Inara.
  • Frases de efeitos: “Partiu, Brasil?”, com baixa adesão. “Tranquiles, Miles”, de tão bobo, pegou. “Um pouco excessivo”, usado excessivamente.
  • Temas de profundidade: “Arte contemporânea: isso é arte?”, by Clara. “Somos fruto do meio”, by Ciça. “Xinto muito”, by Mateus. “Breve história comentada do Japão: do mito à Era Meiji”, by mim.

09 maio 2014

Tóquio II

09/05 sexta

Nosso trem era cedo, e chegamos em Tóquio lá pelas 11h30. Dá-lhe trem-bala a literais 300 km/h! Em Tóquio, tomamos um táxi até o hotel, desta vez em Shinkuju. Chegando lá, os quartos ainda não estavam prontos. Comemos no McDonalds debaixo do hotel e fomos fazer as compras finais, na big loja de departamentos Odakyu. Lá, o vendedor da câmera da Ciça era um verdadeiro ator performático, cheio de mímicas extremosas e gestos largos; muito engraçado! Satisfeitos com as compras (Tax Refund na hora!), mais Uniqlo rápida e reencontramos Clara e Mateus no hotel, que foram embora antes de acabarmos o shopping. Saímos para mais voltas: descemos em Shibuya - com o cruzamento mais populoso do mundo! Mais voltas, mais shopping. Saímos correndo, de táxi, para chegar lá pras bandas da velha Hibyia, pois a Clara tinha reservado o restaurante derradeiro - japonês clássico, de nome não clássico: Shin Hinomoto ou Andy’s! Lotado, só japoneses, atmosfera descontraída, fumaça, barulho, e comida, muita comida. Tempura, sashimi, miso, guioza, molhinhos, vegetais, saquês sem fim… Uma despedida digna!

10/05


Os vôos mais tarde permitiram acordarmos sem pressa. A estação onde tomaríamos o Narita Express, até o aero, era a própria Shinjuku, do lado. Café por ali, despedidas no trem… Clara e Mateus pra NY, terminal 2; eu e Ciça, Atlanta, terminal 1. Check in, passaporte, segurança, tudo tranks. Destrocamos os ienes (sobraram até!) e almoçamos contando as moedas (sdds Tijolinho!). Enfim, embarcamos na longa jornada, parando na antipática Atlanta por umas horas e chegando em Brasília no domingo cedo... 

05 maio 2014

Quioto e Nara

05/05 segunda

Chegamos em Quioto lá pelo fim da tarde. Grata surpresa lembrarmos que o hotel era DO LADO da estação. E um big hotel, confortabilíssimo. Como diz a Ciça, chega a ser ofensivo aos parâmetros nipônicos de tamanho de quarto. Saímos sem destino certo, tempo meio chuvoso mas com excelentes perspectivas de melhora. Esperando a garoa passar, tomamos chá da tarde numa casa especializada, verdadeiro festim. Continuamos nosso passeio, logo sem chuva, parques e ruas, mercadinhos. Paramos em Pontocho, à beira do canal, bairro agitado. Vais e vens, comemos no indicado Salvatore, pizzas e massas, lotadíssimo. Voltamos andando (correndo) para casa, parando no mercado para abastecer…

06/05 terça

O dia começou com os templos Higashi Hoganji e Nishi Hoganji, com suas estruturas de madeira fenomenais. Pegamos um táxi até o Castelo de Nijo, muito usado para casamentos! :) Mais um táxi, vencida a discussão táxi-ou-bicicleta, e fomos ao lindo templo do pavilhão dourado, o Kinkakuji. A pé, subimos para o Ryoan-ji, com seu lindo jardim AND “jardim zen-budista de pedras”, onde apenas a Clara conseguiu transcender. Ufa. Mais um táxi, de volta ao centro, tomamos café/almoço na Boulangerie, maravilhosa. Depois, visitamos o vizinho Museu de Kyoto, um pouco inacessível aos não-letrados em japonês.  Voltando a pé, passeamos ao redor do Palácio Imperial, em seus jardins, onde conversamos e filosofamos, em especial com a aula wikipediana do Mateus sobre o xintoísmo (“Xinto muito!”). Mais lanchinho em supermercados, atravessamos o rio correndo em cima de pedras “flutuantes”, e finalmente, Gion, o bairro das gueixas. Muita especulação, se vimos, se não vimos, se eram trainees ou seniores… Acabamos voltando ao Pontocho para jantar, num restaurante suspeito, que servia de tudo, para agradar aos gregos e troianos. Misteriosamente, e barbaramente, como nos é peculiar, pedimos toda a comida do mundo, de arroz com ovo a pizza, de caesar salad a yakutoris, de camarão a porco. Glutonismo define. Mais táxi (era dia deles!) e casa.

07/05 quarta

Se ontem a gente ia de táxi, hoje vamos de busão! O melhor sistema de transporte em Quioto, com mapas superexplicativos, motoristas educados (claro), e excelente sistema. Compramos o passe de um dia e embarcamos para o Ginkakuji, o pavilhão prateado-que-não-é-prateado. De lá, mais bus para Heian Jingu, e os jardins de três estrelas, com suas garças, flores de lótus e pontes. Caminhamos até um McDo, pro Mateus matar a vontade do McAvocado, sem sucesso: tinha esgotado. Mais ônibus, e descemos no Kyomizu-dera, com pagodes e vista para a cidade, além de muitos japoneses e japonesas de quimonos. A pé, visitamos o Rengeoin Sanjusangendo, um templo com um mar de estátuas, muito bacana. De lá para casa era um pulo, mas, ah!, temos o passe, vamos usá-lo! Na estação vizinha ao hotel, com tempo, decidimos ir a uma Uniqlo. Mateus foi ao hotel e nos encontraria lá. Fizemos uma confusão e descemos algumas paradas distante do destino - voltamos passando por dentro dos bairrinhos de Quioto, peculiares. Chegamos lá, muito down, nada muito interessante. Voltamos, fizemos um tour pela estação de trem (gigante), escadaria de led colorido, restaurante italiano (o Café Ante) e cama!

08/05 quinta


Começamos o dia na estação, tomando o trem até Fushimi Inari Taisha, uma colina com mais de 10.000 tori (aqueles arcos xintoístas). Muito gráfico! Subimos até metade dela e voltamos. Tomamos o trem e continuamos nossa viag até Nara. Um café na padaria francesa (deunpra perceber que são muitas no Japāo?) e fomos ao Kofuku-ji, com muitas estátuas de divindades budistas. O museu anexo é bem legal, com budas gigantes. Seguindo pelo parque nacional, com muitos cervos soltos e interativos (a "vida selvagem" da Ciça), fomos a Todai-ji, com, aí sim, o biggest Buda. O parque é cheio de templos e santuários. Por fim, Kasuga-taisha, cheio de lanternas. Voltamos à estação no fim da tarde, mais padaria e Quioto. Para despedirmos da cidade, fomos ao Donguri, restaurante recomendado de okonomiyaki, na nossa própria cabine-mesa-chapa-quente. Novamente, barbarizamos à beça, guiozas, panquecas, yakisoba, drink-de-laranja-parece-sem-álcool-mas-tem-sim... Comenos tudo que tinha!

03 maio 2014

Takayama

03/05 sábado

Ainda era cedo quando, já de café tomado, fizemos check out. Cancelamos o ônibus que não era mais necessário e saímos para passear em nos jardins do palácio imperial. Dia solar, valeu a pena. Em Marunochi, invertemos a ordem e tomamos o sorvete de chocolate do Cacao Sampaka, delícia, para depois almoçarmos (cedo) no café-padaria La Boutique, do famoso chef Joel Robuchon. Voltamos ao hotel, pegamos o táxi e fomos para imensa estação de Tóquio, com antecedência suficiente. A viagem foi no trem bala, shinkansen, confortável, até Nagoya, depois trem local, quase só nosso,  até Takayama. Clima frio, táxi, direto pro ryokan Marayama, tradicional hospedaria japonesa, com futtons, paredes de papel, banhos coletivos de imersão e cafés da manhã tradicionais. Já era de noite, não havia mais jantar (só reservado) e tivemos que andar no escuro e no frio, meio sem direção, em busca do restaurante-salvação. Depois de descermos a colina, e atravessarmos a passagem do assassino das facas Ginsu, o Mateus localizou o bendito, da rede Yoshinoya (Advogados Associados?). Suspeitosos, pedimos. A Ciça delirou com o curry sem carne, e, de panças cheias, voltamos morro acima. 

04/05 domingo

Meu aniversário começou com um banho de imersão solitário na casa de banhos privativa. Não podia banhar sozinho, mas eu não sabia! Deu tudo certo, era 06 h da manhã afinal. Tomamos o café meio-a-meio, japa e ocidental,, experimentando e tateando. Depois subimos para a vila Hida Takayama, com casinhas de época montadas de forma cênica. Pitoresco. Voltamos, passamos em frente ao triste Teddy Bear, e descemos pra cidade. Começamos pela Takayama Jinya, centro administrativo histórico, muito bem conservado. Depois, ruinha de compras, lotada, supersol, muita experimentação de sakes, além de sucos maravilhosos e panquequinhas com queijo. Hummmm. A seguir, entramos em Yoshijima-ke, casa típica de mercadores ricos, onde tomamos um chá verde gentilmente ofertado. Mais voltinhas pela cidade, Clara e Mateus alugaram bikes e eu e Ciça ficamos pela town, presenciando diversas "procissões" que ocorriam, super coloridas, com os “floats”, altares (nem tão) portáteis. Voltamos e nos reencontramos todos em casa. Mais banhos onsen, desta vez coletivos. Ganhei presente dos meninos, delicious!  Saímos pra jantar. Ficamos zanzando de lugar em lugar, rejeitados pelo avançado da hora (20h30!) até encontrarmos um lugar tradicional - o Karakuri - mesa no chão, chapa na mesa, fumaça, sem sapatos. Pedimos saquê quente e Hida Beef, típico da região, muito bom mesmo. Sucesso de comemoração!

05/05 segunda


Desta vez, só café ocidental pra nós - mais palatável. Banho onsen, malas fechadas, tudo pronto. Pedimos ao recepcionista um cartaz que estava espalhado pela cidade e tentamos até surrupiar em ocasiões anteriores; ele gentilmente não apenas deu o cartaz como providenciou embalagem! São muito prestativos. A Ciça amou. Deixamos Sonhos de Valsa como agradecimento. Pegamos o shuttle bus, dirigido pelo ator/gerente do hotel, muito simpático, apelidado de Murayama por nós. Eu e Mateus fizemos uma corrida até a loja de saquês pra uma compra final, com direito a mais suco e panquequinhas no trajeto. O trem foi tranquilo, com conexão em Nagoya de novo. 

28 abril 2014

Tóquio, Kamakura e Nikko

26 a 28/04 Até Tóquio

Isso mesmo - eu e Ciça saímos sábado 26 de Brasília, em um vôo Delta até Atlanta. Lá, conexão de algumas horas, depois, Tóquio. Ou seja, chegamos dois dias depois. O último vôo foi um pouco turbulento, mas até rápido nas suas 13 horas. Imigração japonesa simples, uma rápida abordagem policial já no saguão (sempre polida) e imediato encontro com o casal Clara e Mateus. Câmbio, dinheirama, troca de passes de trem, bilhete Narita-Express - tudo niponicamente eficiente. Na saída, a tentativa de reserva dos próximos trens, adiante na viagem, triste e decepcionadamente sem sucesso. Paciência. Desembocamos, mala e cuia, num prédio comercial, na busca pela superfície. Ufa. Táxi, japonês mirrado falado, um xadrez do encaixe de malas... Xeque-mate do motorista, com uma cordinha prendedora de porta-malas. A recepção do hotel foi rápida, miniquartos, no problem, e busca do jantar. Paramos no já indicado Honoji, tradicional. Pouco inglês, como seria recorrente. Risos (gafes?), peixes, surpresas de sabores, porcos, sakês. Conta honesta. Afinal, banho e cama.

29/04 terça

Ah, o efeito fuso. 4h30 de olhos bem abertos. Rolando da cama, decidimos sair pra comer lá pelas 6h. Tudo fechado, era feriado oras. Lá em Roppongi, nosso bairro, os baladeiros sai do das festas. Resignamo-nos e retornamos ao hotel. Um café half-japones, half-american. Frutas, só em calda. Feijão gosmento pro Mateus, arroz, peixe pra Clara. Todos saciados (será, Ciça?), partiu, Brasil. Pedimos ajuda aos gentílissimos funcionários da recepção para avaliarmos nossas alternativas, considerando que os trens estavam lotados e não conseguiríamos chegar a Takayama como planejado. O ônibus foi a alternativa encontrada, e a mocinha conseguiu reservar para nós. Eba! Dia meio cinza, mas sem chuva. First things first, mercado do peixe em Tsukiji, parando no primeiro templo budista da viagem, casual. No mercado, minha busca de praxe por frutas rendeu um belo suco de morango e cranberries secas. Boa intenção com a dieta. Não vimos o leilão milionário de atum (é de madrugada) mas ainda estava bem cheio e interessante. Depois, caminhamos até Ryoguku, passeando pelo parque. Algumas sakuras (cerejeiras) mirradinhas, mas paga. Dali, esperamos o barco tomando um maravilhoso chá de temperatura ambiente sabor Dipirona, cor de urina retida. Mateus foi o idealizador. Embarcamos no cruzeirinho pelorio Sumida, passando sob muitas pontes, vermelhas, azuis, contemporâneas, antigas... As meninas ficaram na área interna, com frio. Descemos em Asakusa, e andamos pelo bairro tradicional até o complexo de templos Senso-ji, rituais da água e leitura de sorte. Mais umas voltas e metrô até Ueno. Atravessamos o big parque e ficamos enganados numa fila dentro do Tokyo National Museum (era para a exposição temporária e não o acervo permanente). Comemos por ali, supermercadinho na estação do trajeto e casa, exaustos! 

30/04 quarta

05h00. Cama, cama, cama, chuva, compra sombrinha, café na padaria, metrô até o Edo-Tokyo Museum. Ainda estava cedo, tentamos visitar a arena de sumô, fechada também. Esperamos o museu. Fizemos um tour com uma voluntária que já havia morado em Manaus! Lembrava até de algumas palavras em português. Apresentou a história de Edo (Tóquio). Superbacana. Fomos lanchar num café próximo, depois ao minimuseu do sumô, no “estádio" Kokugikan. A chuva não dava trégua. Na estação de trem, tentamos novamente os bilhetes para Takayama, agora sim! Conseguimos! De lá, Akihabara, a Electric Town, dar uma vista - muitos games, mangás, animes e gambling. Mais baldeação até Harajuku, terra das adolescentes. Fomos até o Omotesando Hills, shopping chique, onde almoçamos no Golden Brown. Comprinhas no Oriental Bazaar. Fizemos o caminho da volta e visitamos o parque onde fica o complexo Meiji, bem bonito. Mais supermercadinho, casa, jantar, eu e Mateus no Kamakura, de yakutori (espetinhos). Depois cama, afinal foram mais de 12 horas de turismo intenso, de acordo com as meninas.

01/05 quinta

Cedaço como sempre, café no quarto. Agora sim, sol! Nada de sapatos molhados hoje! Trem para Kamakura, cidadezinha próxima, para visitar os vários templos budistas (Hase-dera) e seus budas gigantes (Kotoku-in) e seus interiores espetaculares (Mateus jamais saberá), além de santuários xintoístas (Tsurugaoka). Uma gracinha, hordas de excursões escolares, com uma rua de lojinhas de comidas, hummmm. Comemos croquetes japoneses, frutas secas (muita variedade)... Voltamos a Tóquio, descemos em Shinjuku, subimos na torre da "prefeitura", para uma vista de cima da cidade e depois fomos de trem até Ginza, pelas ruas chiques e cafés charmosos. A Clara tirou fotos do prédio da loja Mikimoto, moderníssimo. Andando e andando, paramos de volta em Yurakucho, onde comemos no Miami, bem marromeno. Mercadinho e casa.

02/05 sexta


Hoje é dia de Nikko, a umas duas horas de Tóquio. Passamos em frente à ponte Shinkyo,  visitamos Rinno-ji (em reforma), Tosho-gu, em homenagem ao famoso xogum Tokugawa, depois diversos complexos religiosos (Futaraasan, Taiyu-in). Por fim, depois de um pitstop e um cookie time da Ciça, visitamos o palácio imperial, muito bonito. Descemos à estação e voltamos a Tóquio, de novo a Harajuku, almoço tardio e casual num café, delicioso, onde a Clara amou o spring roll de atum. Dali, fui fazer umas compras, Ciça pro hotel e Mateus e Clara foram ao museu Mori. Parada na padaria e sonozzzzzzz.


12 março 2014

Orlando

Orlando

04/03 terça

Depois de madrugar, eu, João e Lalá tomamos o vôo pra Guarulhos e aguardamos no Starbucks da nova área do terminal pra seguir pra Miami. Vôo American velho, entretenimento estragado mas comida ok. Na imigração, tudo simples. Lanchamos na Wendy’s (pra já iniciar a tonelagem) e depois esperamos o tardíssimo vôo para Orlando. Sem novidades, desembarcamos na cidades dos parques, e nos apresentamos à equipe do Magical Express, que nos levou ao resort. Muito legal o filmes que passam no bus, já esclarecendo toda a dinâmica Disneyana. No hotel, recebemos as maravilhosas Magic Bands, e, cansados, pro quarto, banhos e cama. 

05/03 quarta

Como planejado, levantamos cedo, e encontramos a turminha no café da manhã: Bel e Estêvão, Si e Ingrid. Todos lanchados, tomamos o shuttle pro primeiro parque da viagem: Hollywood Studios. O dia estava bom, sem solão mas também sem chuva. Aproveitamos as filas mais leves na abertura do parque e fomos ao primeiro brinquedo concorrido, a montanha-russa do Aerosmith, sem Bel e Estêvão. Uma filinha super quick e começa a magia Disney de encantar por antecipação - estúdio, narrativa, personagens, cenários, tudo pra você aguardar o brinquedo “sem sentir”. Começou ali a disputa João x Lalá sobre o medo dos brinquedos radicais. Hahaha. Depois continuamos para o Magic of Disney Animation, onde brincamos despretensiosamente e tiramos fotos coma Minnie e o Mickey. De lá, outros brinquedos e atrações, não necessariamente nessa ordem: Walt Disney: One Man’s Dream, Legend of Captain Jack Sparrow (holograma ou ator?), Muppet Vision 3D (continuo adorando), Backlot Tour, Star Tours Ride (eu fui o fugitivo!!!), lanchinhos light (com frutas!) e almoço disfarçado de lanche. Assistimos ao Lights, Motors, Action! Extreme Stunt Show e depois corremos pra chegar a tempo no primeiro FastPass: Tower of Terror. Ali, Larissa perdeu!! Nossa próxima reserva era o superdivertido Toy Story Midway Mania. Pra terminar, já um pouco friinho, Fantasmic! Não tinha visto esse show da outra vez, e achei o mais legal de todos! Muita água, fogo, atores e projeções. Foi bom sentar atrás, mais alto, longe dos jatos d’água! Na saída, pegamos o bus rapidinho, comemos no hotel e dormir zzzz!

06/03 quinta

Hoje é dia de Epcot. Clima ruim… Chuvinha e frio de leve. Na entrada, Test Track, da Chevrolet… Fila de uns 25 min, mas animada pela possibilidade de “projetar” seu carro. Minha parceira era a Ingrid, então fizemos um possante da Penélope Charmosa contemporânea! O brinquedo deu uma boa repaginada da última vez que vim e valeu a pena. Até o Estêvão foi (tinha altura!) e adorou. Comparações dos modelos pessoais, fotos, exposição de carros… Uma atração completa, realmente. Depois, chuva forte, ficamos nos pavilhões do Innoventions, brincando no que tinha, desencontrando-nos e visitando casas do futuro… Continuamos para o Journey into Imagination with Figment, Captain EO (veeeeelho!), mais chuva, Living with the Land (agrônomos na Disney??), Spaceship Earth (sempre legal) e seus gamezinhos. Seguimos pro fastpass do Mission: Space, e Soarin’. Com a trégua do tempo, partimos pro World Showcase. Eu e a Si comemos o nosso tradicional creme brulee, passamos pelos países, tomamos sakê (antecipando o Japão, êêê), João comeu seus nachos no México, os demais a costelinha nos EUA e brincamos no Maelstrom da Finlândia - toda, toda com a onda do Frozen. Aguardamos o IllumiNations por ali, que é pra mim o menos legal dos shows de encerramento. Depois, casa…

07/03 sexta

Eu, João e Lalá fomos mais cedo, pra aproveitarmos o máximo do Magic Kingdom. Já chegamos assistindo um showzinho na Main Street. Direto para New Fantasyland, no brinquedo da Pequena Sereia, o Under the Sea. Depois, Mickey’s PhilharMagic, bem legal, o bobo It’s a Small World e sua musiquinha chiclete. Haunted Mansion e suas holografias divertidas, e Big Thunder Mountain Railroad, onde encontramos Si e Ingrid. A Splash Mountain, fechada pra reforma. Lá na Adventure Land, fomos ao Pirates of the Caribbean, tomamos o Jungle Cruis (numa fila lenta…) e assistimos um pouco do The Pirates League com o Capitão Jack Sparrow local. Lanchinhos, reencontros com Bel e Estêvão, e depois Tomorrowland, onde almoçamos. Fomos ao fastpass agendado do Space Mountain, ao Stitch’s Great Adventure! e o divertido Monsters, Inc. Scare Floor. Aí chegaram Betânia e Jeferson, os pais da Ingrid. A trupe se juntou, e lights, andamos no Tomorrowland Transit Authority, dando a volta na Tomorrowland. O frio apertou… corremos para o Peter Pan’s Flight, o Buzz Lightyear’s Space Ranger Spin (e a fila valeu a pena), o Caroulsel of Progress e, finalmente, nosso encontro agendado com a Bela, em Enchanted Tales with Belle: no teatro, superbacana, Estêvão foi o cãozinho e João, uma das armaduras-guarda. Resta aguentar o frio e assistir o espetáculo Wishes (a Electric Parade já tinha passado), pela metade, porque não conseguimos resistir até o final…

08/03 sábado

Num dia solar, partimos para o Animal Kingdom. Começando pelo Kilimanjaro Safaris, com céu azul! Depois, Pangani Forest Exploration Trail e seus gorilas, Kali River Rapids, com direito a duas viagens e muita água! O tempo estava a nosso favor, e fomos ao Expedition Everest… na primeira fila!! Amo. Depois, Dinosaur, assustador, e Everest de novo, mais duas vezes! Um tempinho de descanso, Primeval Whirl e pronto. Animamos ir ao Downtown Disney tentar jantar (sem reservas é superdifícil). Tomamos um bus até um dos hotéis do complexo (o mais perto), upscale, e fomos andando até o Downtown. Lá, passeio rápido e a Ingrid conseguiu nos colocar no T-Rex Cafe, imenso, temático, luminoso, eficiente, teatral, barulhentíssimo… Enfim, americano! Jantar gostoso, todo mundo morto, shuttle demorou um pouco mas deu certo…

09/03 domingo

Começamos pegando nossos carros alugados. Depois de um processinho, tudo certo, motorizados, eu, Bel, Si, João e Lalá fomos às compras, lá no Premium Outlets da International. Passamos o dia lá, comprei um tanto dos meus suplementos e meu terno-para-casamentos, meninos compraram suas roupas, Bel as traquitanas pro TT e Si seus brinquinhos eletrônicos!! Eba! Dia longo!

10/03 segunda

Trupe reunida cedo para nosso destino, em Tampa: Busch Gardens. Todos animados, trajeto tranquilo e simples. Chegamos e o estacionamento impecavelmente organizado. Parque vazio, fomos em todas as atrações praticamente. Cheetah Hunt, Montu, Kumba, Scorpion, Sand Serpent, e a poderosa SheiKra, que repetimos na primeira e audaciosa fila. Também fomos ao Falls Flume, Serengetti Express (leeeento), Jungle Flyers e Skyride. Foi muito animado e o dia acabou tranquilo. A volta foi simples também…

11/03 terça

Último dia de parques, turma da Ingrid ficou e nós, os demais, seguimos para o complexo Universal. Compramos tickets, beleza. Parque ligeiramente mais cheio do que os demais, mas totalmente aceitável. Filas tranks. Montanha-russa do Hulk, supersimulador do Homem-Aranha, área do Jurassic Park, Toon Lagoon (ninguém quis brincar na água hahaha) e, finalmente, o mundo de Harry Potter! A maior fila de toda a viagem, o Harry Potter and the Forbidden Journey é realmente fantástico. Só o cenário, Disney style, já impressiona! Vale a espera, que passa rápido. Depois, montanhas-russas dos dgr`oes, versões azul e vermelha. Loja das varinhas, almoço, cerveja amanteigada! Si foipro Universal Studios, eu e os meninos ficamos. Eles foram mais uma vez em vários brinquedos, eu descansei - tô velho. Flght of the Hippogriff, pra terminar, pizza na Citywalk e só. Fizemos uma parada rápida numa GNC pros meus suplementos finais (lista graaande!), uma pausa na farmácia, mais comprinhas, e wings para a Simone! Eu e João, animados, ainda fomos aos Magic Kingdom, só pra assistir o Wishes inteiro e depois a parada. Deu tempo! Descansar pra acordar cedo no dia seguinte, que a volta é longa!!
Ocorreu um erro neste gadget